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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Como a internet engana!



01) O que a charge acima denuncia?

02) Observe a linguagem utilizada pela personagem:

       a) Ela pode ser caracterizada como culta ou coloquial? Comprove com exemplos:
       b) Ela está adequada à situação de uso? Justifique sua resposta:

03) Observe a sombra do rapaz refletida na parede. Na sua opinião, qual seria a intenção do chargista ao mostrá-la dessa forma?

04) Ao dizer “Que legal estarmos aqui outra vez no MSN”, o que se pressupõe?

05) Qual é a intenção do rapaz ao fazer a sua descrição para a amiga virtual?

06) Retire da charge um exemplo de vocativo, explicando a sua escolha:

07) Que título você daria para essa charge?

08) Em que consiste o humor da charge?

09) Transcreva todos os adjetivos utilizados na charge e diga qual é a importância deles para o contexto:

10) Por que você acha que o vocábulo OI aparece acentuado? Como você interpreta isso?

11) Crie UM parágrafo dissertativo sobre o assunto abordado na charge:

12) Que lição podemos extrair da leitura da charge?

13) Você acha que a situação que a charge mostra geralmente ocorre? Por quê?

14) Nós podemos confiar cegamente nos amigos virtuais? Justifique sua resposta:

15) Você acredita que a internet aproxima ou afasta as pessoas? Comente:

16) Quais os cuidados que se deve tomar com as mentiras que circulam nas redes sociais?

Retirada do blog:  http://arteemanhasdalingua.blogspot.com

quarta-feira, 20 de julho de 2011

ADVÉRBIO, MUITO PRAZER!


3. Que tipo de classe gramatical você é? ADVÉRBIO, MUITO PRAZER!
Se eU fosse uma classe,gramatical, desejaria ser o advérbio. Não porque sou invariável, pelo contrário., vario muito - por indicar circunstância, e essa  varia, como varia! Além disso.,.modifico... ah, se modifico! altero frases, palavras (verbo.s, adjetivo.s e até "euzinho." mesmo. -o. advérbio.). 'Assim são as; pessoas, precisam modificar suas ações, suas características-'a si mesmas.
Além disso., posso. Transformar a frase mais proferida do mundo "E,u..te amo.!"em mensagens extraordinárias:Eu te amo muito, eu te amo devagar, Eu te amo. silenciosamente, EU te amo à noite,  ao amanhecer, aqui, ali e sempre... .Tenho, ainda, o poder do desprezo: eu te amo pouco, talvez nem ame; não,  na verdade eu não te amo. Nunca te amei.   . .




­Cem Aulas Sem Tédio

Partindo da idéia acima, o educador pode fazer com que o aluno não só faça uma compreensão (compressão?) de conceitos, mas, ao propor que ele se coloque no lugar de uma classe gramatical, entenda a língua como um fato humano, recheado de coisas humanas, possibilitando, por isso e até, que nos identifiquemos e que tenhamos afinidades com tais e tais classes. Experimente você: a que classe você pertence como professor? À das conjunções, que não se cansam de estabelecer relações aproximativas ou contemporizadoras? Pode­mos, por exemplo, pensar (como uma conjunçãO): ",..tenho uma importante tarefa a realizar. Além de dar sentido às diversas situações de vida, aproximo idéias, sentimentos, atitudes e, até, por que não, os opostos." E um aluno que seja puro verbo, não é aquele que diria: "Professor, o que vamos fazer agora? _mos jogar.?! Quero aula na rua. Deixa eu ler o meu texto?" Muito diferente do interjeitivo aluno que não se cansa de admirar o mundo, como se a cada olhar fosse tudo novo, e parece pensar: "Oh!" "Puxa!" "Ih...".
Solicite, assim, que cada aluno escolha uma classe gramatical e, a partir de uma pesquisa (que dará consistência à reflexão), produza um texto, personifi­cando a classe escolhida.

Variações:
* Numa proposta semelhante, tome por objeto as funções sintáticas.
* Faça um teatro tendo os fonemas como personagens.

O jogo dos sete erros


1. O jogo dos sete erros
Trabalhar as classes gramaticais pode ser um tanto árido se não houver certa diversidade, certa prática, certo divertimento. No jogo dos sete erros, ao contextualizar a classe em questão, busca-se, na integralidade lógica do texto, o recurso do estabelecimento de relações de sentido - o que se pretende que culmine na compreensão dos processos, no estudo analítico e na aprendiza­gem.

1. Escolha uma classe gramatical. (No caso do exemplo, foi escolhida a do pronome - mas poderia ser ...sete erros adverbiais / adjuntivos / adjetivos / verbais etc.).
2. Selecione ou escreva um texto que apresente sete erros (adicionados propositadamente) na classe gramatical que quiser trabalhar (*Sete é um nú­mero arbitrário, claro. Referimo-nos ao jogo dos sete erros dos almanaques).
       3. Leia o texto com os alunos e, somente após a leitura, solicite que eles
identifiquem os erros.
       4. Na correção, peça que revelem os, erros encontrados, estabelecendo cri­
térios de valoração, de acordo com o grau de dificuldade de cada erro.
       Exemplo:

OS SETE ERROS PRONOMINAIS

Você deve ter cuidado com as tuas amizades. Cultive o pensamento positi­vo que isso te trará bons fluidos para seu dia. Cuidado com as falsas amizades, não esconda-se dos problemas. Repita em voz alta': "Eu devo aproveitar este dia para mim resolver algo muito importante entre eu e meu chefe. Vou tratar-lhe     com muita gentileza." Se encontrar sua namorada, peça-Ia um beijo.
Contagem de pontos dos acertos:
a) suas (em vez de tuas -linha 1): dois pontos
b) lhe (em vez de te-linha 1): quatro pontos
c) não se esconda (em vez de não esconda-se -linha 2): três pontos d) eu (em vez de mim -linha 3): cinco pontos
e) mim (em vez de eu -linha 4): cinco pomos
f) tratá-Ia (em vez de tratar-lhe-linha 4): seis pontos
g) peça-lhe (em vez de peça-ta linha 5): dois pontos

* Variação:
Como jogo: entregue o texto sem revelar quantos erros há. Vencerá o grupo que descobrir o.número mais próximo do número real de erros (desde que saiba corrigi-Ios!)